
Quem diria, heim ?
Estou trabalhando ! E cansada.. Se Deus quiser eu aguento ^^
Eis-me aquiA Tua luz acendeu meu coração,
E eu pude ver em meio à escuridão,
Tua Presença, Tua fidelidade, graça e amor,
Me levantaram outra vez,
Me deram forças e prosseguirei...
Irei Contigo, onde quer que fores, meu Senhor,
O Teu chamado cumprirei na alegria ou na dor,
E toda vez que eu chorar,
Ou quiser desanimar,
O Teu Espírito me consolará...
Se é na fraqueza do meu ser,
Que manifestas Teu poder,
Eis-me aqui,
Dependo de Ti,
Preciso de Ti...
Pessoal particularEla sabe que eu quero, muito lhe espero
Mas agora o assunto é particular
Não acabou o amor, só o compromisso
Isto não é banal, está com um novo amor
E batalhou por isso, isto é muito pessoal.
Ela sabe que eu quero, quanto tempo for espero
Me desejo, me derreto com seu jeito de me olhar
Porque o seu amor já virou meu vício
Eu posso até me dar mal
Por não ser seu amor, ou não ter compromisso
Isto é particular.
Agora eu vou lhe dá uma dica, uma dica
O mundo é tão lindo
Ainda tem eu aqui te querendo, querendo ( ainda por cima tem eu te querendo, te querendo )
Acordei pensando nisso
E o bom da vida é viver bem
Estar bem, querer bem
Deixa eu namorar





Formas literárias. Thanks, Ronaldo.
O medo assombrando os pensamentos dela. O encontro de olhares enfim acontece. Ele, misterioso, aproxima-se. Ela, gélida, treme diante do inesperado. “Oi” – Prólogo inútil e sem emoção.
- Bom dia! – diz ele, procurando palavras que não entreguem seus reais sentimentos.
- Bom dia. Ah, parabéns pelo concurso. Tchau. – fugir é tudo que ela precisa não o que realmente quer.
Ele segura- lhe o braço, olha de baixo a cima e para centrado em seus olhos. – naquela luz, de um doce mel, que faz perder qualquer intenção de sobriedade.
- Não vá! – balbucia, quase soletrando, fazendo durar o momento, suplicando secretamente que ela não seja tão intransigente – como ele próprio foi - às suas investidas.
“Tem! Que! Haver! Uma! Porta! De! Saíííííííííííída!” Pensa ela, copiando aquele sentimento de que leu recentemente de uma tal Clarice, temida por seus jovens amigos. Abaixa seus olhos:
- Faz-me um favor? SAI DA MINHA VIDA!
O desejo viril vence sempre o brio, diante de palavras tão amarguradas e sofridas. Sem soltar aquela pele macia, acariciando-a enquanto desce até as mãos, e as entrelaça, confrontando todos os esforços ocultos dela. De não deixar-se fragilizar, até por querer a tanto tempo e agora, orgulhosa, precisando não sentir nada. Segura a cintura, puxa-a para si. Ela, involuntária, absorvida no não deixar-se. Mas já deixara. O punho fechado pousa no ombro dele. “Eu preciso sair daqui!” A lágrima desce. O sorriso dele hipnotiza. Os corpos se aquecem juntos como um e lábios tocando-se lentamente. Um súbito lampejo de consciência.
- Já conseguiu o que quis, agora, suma daqui. Depois de tudo, eu coloquei uma coisa na minha cabeça: Eu não quero olhar pra você, pensar em você ao menos ouvir o doce som da sua voz. Mesmo que venha com o número da Mega Sena, eu não vou querer ouvir.
Aquelas palavras conhecidas soltaram fios de pura dor em ambos tão feridos.
- Você... Ainda me ama. – Ele, sempre dizendo o errado. “Será que ele não percebe que isso não faz diferença?”
Instigada, libera algumas daquelas palavras, engolidas nos meses de silêncio.
- Como pode fazer isso? Como pode fingir que nada aconteceu? Pelo menos algo de útil eu pude aprender. Você não sabe, ao menos compreende o que significa amizade. De que vale a pena lutar por você, se nunca será capaz de amar autenticamente? Espero que um dia você olhe para os lados e veja o quão sozinho e infeliz se tornou por não permitir que ninguém que se importa de verdade se aproxime de você. O quê acha que sou para aceitar facilmente suas vontades? Aprenda que o mundo dá voltas e não vale à pena magoar ninguém, porque não se negocia felicidade. Nem todo amor é incondicional e todos são incomensuráveis. Não vou ser hipócrita. É lógico que ainda gosto de você, e sou idiota por isso, mas esse sentimento não vai fazer com que seja mais fácil se aproximar de mim. Pelo contrário, cada vez mais percebo que o melhor não é você. E se você sente alguma consideração por mim, vai sair da minha frente e nunca mais vai cruzar o meu caminho.
Ela queria falar mais, contudo, nada mais saía, sentia somente uma onda nauseante de frustração.
- Perdoa-me? Fui estúpido! Fiz o que achei ser o melhor. Fui egoísta e me arrependo muito. Dá-me somente uma chance de te fazer feliz?
- Eu – outra lágrima fria- perdôo. Mas, chance, não. Por favor, sai da minha vida!
- Nunca.
E nada mais foi dito. Nem precisava. O destino próprio encarrega-se da justiça divina. Todos merecem sofrer por amor. Nada mais soube deles desde então. Há aqueles que dizem que tudo não passou daquele verão.
E não chego a lugar algum. Onde estou? O que quero? Quero aquele. Aquele que me completa. Aquele que acalma, cuida e ama. Ama acima de tudo. Aquele que posso amar... E continuo andando. O silêncio, as trevas. Apenas a minha luz. Olho para os lados e nada vejo. Minha luz não é capaz de iluminar o ambiente. Chamo, clamo e silêncio. Ninguém responde - Há alguém por perto? Aonde minha vida foi parar? Amigos. Aonde foram eles? Eles existiam. Ou pensei que existissem. Era tudo ilusão? Não. Era momento. E passou. O caminho se transforma... Ventam, vultos...
-Vão embora!
Quem clama por companhia anseia solidão. De repente, corro! Não tem mais graça tentar ver. Liberdade... De que adianta lutar contra o óbvio? Mas, cansa. E nada alcanço. Seguir é o destino.
E uma crença, a minha verdade, dou forças a ela. Ela me ilumina. Por culpa minha o fogo quase se extinguiu. Sorte que Aquilo crido não desistiu de mim. E me fortalece. Agora, o caminho é visto. Mas não quero ver. Um único laço é mantido. Intacto. O resto vai embora, ou fica não importa mais...
O horizonte nada revela. Onde achar respostas? Elas fogem de mim. E o caminhar não termina nunca. Um dia vai. Uma respiração, um piscar... Mas, infelizmente, ainda ando num ritmo frenético e doentio. Espero um eclipse, um terremoto ou um furacão. O crepúsculo é admirado cada dia, as luas são contadas, cada passo, devidamente anotado. Um dia haverá companhia. Um dia, plenitude.


Não importa o quanto os dias possam ser bons, eles sempre terminam do mesmo jeito: Eu escrevo na agenda tudo o que fiz, os sonhos malucos, as conversas bizarras, tudo que possa ser considerado relevante; então, de repente, me vem uma música, não importa qual, -normalmente é a mais ridícula possível, ou, o que é tem acontecido ultimamente, a música sutilmente do skank-